Vida Boémia *
Capas negras ao ombro, eles de calções, elas de saias, sapatos que causam bolhas depois de ums noite inteira a dar ordens... Chegou a hora de mostrar aos caloiros o verdadeiro espírito desta academia, o que é ser boémio na cidade dos amigos para sempre.
Afinam-se as vozes para a noite, enquanto relembramos as músicas de curso e aqueles copos que bebiamis enquanto caloiros, a nostalgia de momentos passados é visível em nossos semblantes, mas sorridos enchem a nossa face pois estamos prestes a passar este orgulho em vestir de preto a outros.
Primeira noite, vamos com tudo para cima deles, a cada palavra nossa eles enchem. A tremerem, alguns a chorar juram não voltarem e nós só nos rimos, pois no fim sabemos o que acontece. Pintados com as cores do curso e já com o grito do curso na ponta da língua vamos até ao bar, aí os praxantes dançam, bebem, gritam pelo curso e curtem assim a vida boémia junto dos seus pupilos. As amizades adensam-se e a noite é repleta de brindes à nova vida e ao curso.
A noite acaba de dia, muitos levados de arrasto pelas ruas da cidade pois não queriam que a noite acabasse. Em aulas relembram o quanto felizes foram na noite anterior e prometem assim esta noite fazerem outro e outro brinde. Aqueles que juraram nao voltarem pelos berros que ouviram na noite anterior são os primeiros a chegarem. Cantam, berram, gritam e nos deixam orgulhosos pois quando isso acontece sabemos que o trabalho foi bem feito.
Passam todas as etapas, escolhem os padrinhos e são batizados, levam com água e pedem mais e levamos nos tamvem com água festejando assim juntinho a eles uma vitoria, por fim vestem o preto e as nossas lágrimas caem. O dever está cumprido e os nossos meninos feitos homens para honrarem tudo o que nós vamos deixando para trás.
Afinam-se as vozes para a noite, enquanto relembramos as músicas de curso e aqueles copos que bebiamis enquanto caloiros, a nostalgia de momentos passados é visível em nossos semblantes, mas sorridos enchem a nossa face pois estamos prestes a passar este orgulho em vestir de preto a outros.
Primeira noite, vamos com tudo para cima deles, a cada palavra nossa eles enchem. A tremerem, alguns a chorar juram não voltarem e nós só nos rimos, pois no fim sabemos o que acontece. Pintados com as cores do curso e já com o grito do curso na ponta da língua vamos até ao bar, aí os praxantes dançam, bebem, gritam pelo curso e curtem assim a vida boémia junto dos seus pupilos. As amizades adensam-se e a noite é repleta de brindes à nova vida e ao curso.
A noite acaba de dia, muitos levados de arrasto pelas ruas da cidade pois não queriam que a noite acabasse. Em aulas relembram o quanto felizes foram na noite anterior e prometem assim esta noite fazerem outro e outro brinde. Aqueles que juraram nao voltarem pelos berros que ouviram na noite anterior são os primeiros a chegarem. Cantam, berram, gritam e nos deixam orgulhosos pois quando isso acontece sabemos que o trabalho foi bem feito.
Passam todas as etapas, escolhem os padrinhos e são batizados, levam com água e pedem mais e levamos nos tamvem com água festejando assim juntinho a eles uma vitoria, por fim vestem o preto e as nossas lágrimas caem. O dever está cumprido e os nossos meninos feitos homens para honrarem tudo o que nós vamos deixando para trás.


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